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Parque dos Moinhos de Santana

por Os bloggers, em 14.08.17

Há alguns dias deram-nos uma dica no Instagram sobre um fantástico parque no Restelo que se distingue por possuir dois moinhos de vento, ficámos logo com o bichinho para o conhecer. Aproveitando o quente final de tarde de sábado, estavam reunidas as condições para conhecer este parque, o Parque dos Moinhos de Santana

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O Parque dos Moinhos de Santana, como já referimos, tem a particularidade de possuir dois moinhos de vento que datam do Século XVIII, sendo os únicos moinhos restaurados que testemunham a actividade moageira que abastecia de farinha a cidade de Lisboa.

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O Parque abriu ao público em 1997 e encontra-se muito bem preservado. Nos seus 5 hectares, possui enormes relvados com árvores adultas que criam muito sombra e permitem agradáveis piqueniques, se preferirem algo mais cómodo, existe também um parque de merendas com mesas, um enorme parque infantil, um lago, uma cascata, um ringue de patinagem, um circuito de mini-golf e sanitários. Durante o nosso passeio encontrámos também alguns gatinhos muito dóceis que pareciam ser "habitantes" do jardim e também tivemos a oportunidade de apanhar pinhas com pinhões.

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Em relação aos moinhos, apesar de se notar que foram restaurados, neste momento já necessitam de mais alguns cuidados, nomeadamente ao nível do cata-vento que já se encontra danificado.

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Durante o passeio pelo parque já nos tinha saltado à vista a Ponte 25 de Abril e o Cristo Rei, mas é quando chegamos junto aos moinhos que podemos vislumbrar toda a vista sobre Belém e o Rio Tejo. Além de ser um bonito parque é também mais um bonito Miradouro de Lisboa.

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O estacionamento na zona é muito fácil e o acesso ao parque é gratuito, mas convém não esquecer o horário de funcionamento, que até ao final de Setembro é entre as 9h e as 20h. E fecha mesmo às 20h, distraímo-nos um pouco e quando chegámos ao portão já estava encerrado!

Quem diria que no meio da cidade havia algo deste género!

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Bons passeios!

 

Parque Moinhos de Santana

Rua Trisão Vaz, Lisboa

Coordenadas:
38° 42' 33.14'' N
9° 12' 21.44'' W

Horário
Outubro a março das 09h00 às 18h00
Abril a setembro das 09h00 às 20:00

 

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A magia das salinas

por Os bloggers, em 08.08.17

Não é novidade que gostamos de salinas, quer para dar um passeio e relaxar, quer para disparar uns cliques. O cenário é bonito e muito tranquilo! Quase mágico!

No ano passado fomos a banhos numa salina em Aveiro e já este ano andámos a descobrir os caminhos de Alcochete, onde não faltou também um passeio pelas Salinas do Samouco.

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No último fim de semana, e enquanto as férias teimam em não chegar, decidimos dar um passeio nas Salinas da Figueira da Foz. Desta vez ficámos a conhecer um pouco mais acerca da salicultura, ao descobrir a Quinta da Salina do Morro e o sr. Carlos, que simpaticamente nos falou um pouco acerca da arte de explorar sal - a sua profissão e paixão. Fica prometido para breve uma merecida descrição acerca do local.

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As salinas da Figueira da Foz brindam-nos também com uma fauna e flora muito características e não é raro avistarmos grandes famílias de flamingos, como nos aconteceu há uns tempos atrás. Estão recordados? Não? Ora, cliquem aqui. Muito bonito!

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E vocês, conhecem algumas salinas? Bons passeios!

 

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publicado às 10:00

O Borboletário da Quinta de Rana

por Os bloggers, em 13.07.17

O Borboletário da Quinta de Rana, está inserido no Parque Urbano Quinta de Rana em São Domingos de Rana, Cascais.

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O Parque Urbano Quinta de Rana são cerca de 2 hectares de uma antiga quinta que ali existiu e que foram convertidos num agradável espaço para usufruto de toda a população. Existem equipamentos para as crianças, um campo de jogos, um enorme e amplo relvado, uma zona arborizada ideal para um piquenique, uma cafetaria onde é possível comer alguns pratos rápidos (hamburgueres, tostas, saladas) e um fantástico borboletário.

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O Borboletário é um espaço onde é possível observar todo o ciclo de vida das borboletas, os ovos, as lagartas, as crisálidas e finalmente as borboletas. Por fora, a estrutura do borboletário não passa despercebida, facilmente o associamos a um enorme casulo. Já lá dentro, na entrada encontramos alguns painéis informativos sobre as várias espécies que existem na zona de Cascais e também podemos observar algumas lagartas. De seguida entramos para o "jardim" que é composto por flora local, onde é possível caminharmos pelo seu interior ou simplesmente sentarmo-nos a observar as borboletas. 

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Nesta visita tivemos mais sorte do que quando visitámos o borboletário do Jardim Botânico de Lisboa, havia uma quantidade maior de borboletas e mais espécies, das quais salientamos pela ordem das fotos, a Borboleta-Malhadinha, a Borboleta-dos-Cardos, a Borboleta-Monarca, a Borboleta-Nabo, entre outras. Perdemos um pouco a noção do tempo a apreciar a subtileza e beleza daqueles seres tão sensíveis e ao mesmo tempo tão importantes para nós, visto serem um indicador da qualidade ambiental e um pilar muito importante no processo de polinização de algumas espécies de plantas.

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Se ainda não conhecem, sugerimos que visitem, é fácil estacionar e a entrada é gratuita. Se preferirem uma visita guiada, são 3,5€ por pessoa e tem a duração de 50 minutos. 

Bons passeios!

 

Morada:

Parque Urbano Quinta de Rana
Rua Feliciano Moreira
S. Domingos de Rana

 

Horário:

Julho a Setembro
4ª - dom.: 10h00 - 17h00

Março a Junho e Outubro a Novembro
4ª - dom.: 10h00 - 13h00 | 14h00- 16h00

 

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Uma vista diferente do Algar de Benagil

por Os bloggers, em 10.07.17

O Algar de Benagil é um dos cartões de visita do Algarve. Trata-se de uma cavidade natural que se formou pela erosão da rocha pelo vento e pela água.

Estamos habituados a vê-lo por dentro, pelas bonitas fotos que proporciona com o contraste da água azul na areia branca e as suas aberturas no topo que deixam entrar a luz do sol, mas desta vez, nós trazemos o outro lado do Algar de Benagil, o topo!

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Na escapadinha que fizemos ao Algarve em Junho, não tínhamos previsto nenhum passeio, no entanto, acabámos por ir ao Carvoeiro visitar uns familiares e dada a proximidade à Praia de Benagil e do Algar, não podíamos desperdiçar esta oportunidade de visitar este ex-líbris do Algarve.

O interior do Algar de Benagil só é acessível por barco, kayak ou a nado e após uma pesquisa rápida, vimos que seria possível apanhar o barco logo ali ao lado, na Praia do Vale Centianes, como também não conhecíamos, lá fomos à descoberta.

A Praia do Vale Centianes é mais uma belíssima praia escondida entre escarpas bem altas, com um areal curto e maioritariamente frequentada pelos hóspedes dos hotéis em redor. Mal chegámos vimos que o mar estava um pouco agitado e os nossos receios confirmaram-se, não haviam viagens de barco por causa do estado do mar.

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Feita a visita à Praia do Vale Centianes, decidimos continuar caminho em direcção à Praia de Benagil, como estaríamos mais próximo do Algar, podíamos ter a sorte dos barcos estarem a fazer visitas. Quando chegámos à Praia de Benagil tivemos a mesma desilusão, não haviam viagens e não íamos conseguir visitar o interior do Algar. Depois de tanto trabalho, não podíamos simplesmente ir embora, decidimos que pelo menos tínhamos que descobrir o acesso ao topo do Algar e apesar de não se encontrar muita informação, o nosso amigo Google Maps rapidamente nos indicou o caminho.

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Desde o estacionamento da Praia de Benagil até ao buraco do Algar de Benagil são cerca de 600m. Logo no início da caminhada podemos apreciar a Praia de Benagil a partir de um miradouro e depois seguimos o trilho que nos leva sempre pela beira da escarpa até ao topo do Algar.

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Após alguns minutos de caminhada, surge um vedação, ao início não é facilmente perceptível que se trata do Algar de Benagil, mas quando nos aproximamos é possível espreitar até ao fundo e ver a pequena praia escondida.

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Com esta pequena aventura, ficámos a saber que este percurso que fizemos faz parte de um percurso de 5,7km que começa precisamente na Praia de Vale Centianes, passa aqui na Praia de Benagil e no Algar e termina na Praia da Marinha. Se forem amantes de caminhadas, podem consultar neste link mais informação sobre o percurso.

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Gostámos de conhecer este lado desconhecido do Algar de Benagil e toda a sua envolvente que também é muito bela.

E vocês, já conhecem o Algar?

Bons passeios!

 

Coordenadas: 37.087359, -8.423814 

 

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Um passeio pela Arrábida

por Os bloggers, em 02.06.17

Querem respirar ar puro, por entre o verde da serra e o azul do mar, sentirem-se no topo do mundo e derrepente em belas e reconditas praias de encantar?

Parece díficil, mas não é... Basta darem um pulo até à Serra da Arrábida!

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Do alto dos seus 501 metros de altura podemos apreciar a beleza das suas encostas... De um lado vê-se a imensidão do Atlântico, recortada por praias encantadas, como o Portinho da Arrábida, a Praia da Figueirinha, a recém eleita praia mais bonita da Europa, a praia dos Galapinhos, a muito famosa e de difícil acesso praia da Ribeira do Cavalo, entre outras. Do outro, o olhar estende-se até onde a vista alcança, nomeadamente até Lisboa.

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Por entre os seus segredos e construções destacam-se o Convento de Nossa Senhora da Arrábida (construído no século XVI e que foi outrora uma mosteiro Franciscano), o Cabo Espichel e o Santuário de Nossa Senhora do Cabo Espichel, a 7ª Bataria do Outão , o Palácio da Comenda , o Forte do Outão e o Castelo de Palmela, os dois últimos já conhecíamos de outros passeios.

 

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A Serra da Arrábida é também destino dos amantes de desportos como a Escalada, o Parapente, Asa Delta, Espeleologia, Trekking e o Soft Coasteering que permite visitar locais de difícil acesso, que na sua maioria só são acessíveis pela zona costeira da serra. Para a prática de Parapente e Asa Delta existem as rampas do Portinho, do Miradouro das Antenas e do Miradouro da Murteira.

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Este destino é daqueles que gostaríamos de repetir vezes sem conta, mas no Verão, as enormes filas que se formam na Ponte 25 de Abril na ida e na volta, desencorajam-nos logo, no entanto é uma óptima sugestão para estes dias quentes de Primavera.

Bons passeios e bom fim de semana!

 

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Um palacete (abandonado) à beira-mar

por Os bloggers, em 29.05.17

Quem nos segue já percebeu que temos um certo fascínio por espaços abandonados com histórias para contar... No topo das nossas preferências estão o Panorâmico de Monsanto e o Monte Palace dos Açores... Só estando nos locais se percebe a verdadeira magia!

 

Num dos últimos fins-de-semana fomos conhecer um outro "abandonado" que queríamos conhecer há uns tempos, a Casa da Quinta da Comenda (Palácio da Comenda), na Serra da Arrábida.

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O Palácio da Comenda está numa das encostas da Arrábida, a cerca de 2 km de Setúbal, banhado pelo estuário do Sado, com uma praia privada e de olhos postos em Tróia. Maravilhoso!
A origem do Palácio remonta ao século XVIII, tendo sido residência da mais alta Realeza Europeia. Foi reconstruído no início do séc. XX por um conceituado arquitecto da época e reza a história que Jacqueline Kennedy se refugiou com os filhos neste palácio aquando do assassinato de JFK, na altura propriedade de uns amigos pessoais dos Kennedy.

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Depois de um passeio pela Arrábida chegámos facilmente ao Palácio. É impossível não ficar fascinado desde logo com a localização e pela imponência daquele edifício à beira-mar plantado, num local onde o Sado alcança o Oceano.

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Chegando junto do Palácio são bem visíveis as marcas do abandono e vandalismo (do tempo e da mão humana). Adivinham-se belos painéis de azulejos, interiores e exteriores, já quase todos delapidados.

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O piso é irregular, exige muita atenção. Os vidros batem, por acção do vento... E ouvem-se ruídos da contínua devastação humana... As vistas, essas são soberbas!

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Na maioria dos abandonados que visitámos cruzámo-nos com grupos de curiosos de máquina fotográfica na mão (como nós) e presenciámos algumas sessões fotgráficas. Aqui foi diferente (para pior)... Os curiosos de máquina na mão eram a minoria, contrastando com curiosos que ali estavam apenas para acelerar o processo de degradação... Triste, no mínimo... O Palácio da Comenda merecia um melhor fim!

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E vocês, conheciam este Palácio?

 

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O Moinho da Maré Mourisca

por Os bloggers, em 25.05.17

O Moinho de Maré da Mourisca, na Herdade da Mourisca, perto de Setúbal, é um dos quatro moinhos de maré no Estuário do Sado.

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Este moinho funcionou durante mais de 2 séculos, na moagem de cereais e produção de farinha. Até à década de 50 funcionaram oito mós em simultâneo!

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Após alguns anos de abandono, o Moinho da Maré Mourisca foi um "abandonado" com final feliz, pois o Estado adquiriu o espaço e iniciou a sua recuperação em 1995, sendo hoje em dia possível visitá-lo.

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O Moinho está situado na Reserva Natural do Estuário do Sado, o que confere um cenário perfeito a envolver o Moinho. A fauna e a flora envolventes são muito diversas. Para além da visita propriamente dita ao Moinho, é possível fazer trilhos, observar aves e desfrutar da natureza. Consta que o nascer do Sol é imperdível, com grandes romarias de fotógrafos a "invadir" as margens do estuário à espera do espectáculo de luz que o nascer do Sol ali proporciona.

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No final da visita ao Moinho não deixem de aproveitar a pacatez do local e relaxar na esplanada da cafetaria do Moinho, saboreando a fantástica doçaria regional que ali se comercializa e se possível, regado com um delicioso Moscatel de Setúbal. Tão bom!

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Bons passeios!

 

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A desbravar a 7ª Bataria

por Os bloggers, em 23.05.17

A 7ª Bataria do Regimento de Artilharia de Costa de Outão, situada na Serra da Arrábida, foi uma importante unidade de defesa costeira do exército português, que esteve em actividade até 1998 e desde então está entregue ao abandono.

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Do alto das suas instalações tem-se uma vista soberba sobre o Atlântico que contrasta com o seu estado de abandono. Cada recanto e cada janela para o mar oferecem uma paisagem única e deslumbrante.

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Uma vez visitadas as instalações da 7ª Bataria, onde restam apenas as paredes, partimos até à zona dos canhões, virados estrategicamento sobre o mar. São canhões abandonados, mas "modernos", comparando com aqueles que estamos habituados a ver nos castelos - estes são designados Vickers de 152 mm de médio alcance.

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Apesar do elevado estado de degradação, as instalações são muito visitadas por curiosos e utilizadas para jogos de airsoft, proporcionando um cenário bélico com uma paisagem deslumbrante. 

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Sabemos que também a 5ª Bataria, na Trafaria, está no mesmo estado, sendo possível visitá-la, mas quando tentámos a visita não tivemos sucesso a encontrar o acesso, vamos tentar de novo para vos trazer fotos do local.

Bons passeios!

 

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Caminhada pelo Paço do Lumiar

por Os bloggers, em 11.05.17

No último fim de semana decidimos fugir dos principais pontos de atracção turística da cidade de Lisboa e fomos para a periferia. Entre algumas opções, acabámos por escolher o Paço do Lumiar.

O Paço do Lumiar é um dos 3 núcleos urbanos que integram a freguesia do Lumiar. Os terrenos do Paço do Lumiar eram propriedade do rei D. Afonso III, mais tarde foram doados por D. Dinis ao seu filho D. Afonso Sanches que se passaram a chamar de Paços do Infante D. Afonso Sanches, entretanto no reinado de D. Afonso IV esses terrenos receberam a designação que se mantém até hoje. Esta pequena povoação está repleta de belas e nobres quintas enquanto que nos terrenos limítrofes têm sido construídos condomínios, vivendas de luxo e até um extenso campo de golfe, mantendo-se esta zona como uma das mais nobres da cidade. 

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É aqui no Paço do Lumiar que estão instalados o Museu Nacional do Traje e o Museu Nacional do Teatro. Estes dois museus estão instalados em antigos palácios, o Museu Nacional do Traje está instalado no Palácio Angeja-Palmela e o Museu Nacional do Teatro está instalado no Palácio Monteiro-Mor. Estes palácios partilham o belíssimo Parque Botânico de Monteiro-mor, tendo este parque servido de cenário para o poema "No Lumiar" de Almeida Garrett. Sobre estes falaremos mais ao pormenor num próximo post.

 

A maioria dos palacetes e quintas encontram-se em bom estado, no entanto há alguns ao abandono, nomeadamente a Quinta de N. Senhora da Paz que curiosamente é património da Câmara Municipal de Lisboa e já apresenta sinais de vandalismo nos painéis de azulejos.  

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Ao longo do passeio fomos encontrando alguns marcos históricos, como a casa onde faleceu o poeta Cesário Verde, quintas que foram residência de reis e rainhas, um antigo chafariz, bonitos painéis de azulejos e com a curiosidade, lá fomos espreitando alguns jardins destes palacetes. Este ano na rúbrica Lisbon Week que a Câmara Municipal promove todos os anos para destacar uma freguesia, foi possível visitar estas quintas e os seus belos jardins, mas com muita pena, não pudemos usufruir dessa oportunidade.

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Como era muito comum na época, muitas das casas têm alminhas nas fachadas, algumas têm mesmo esculturas dos santos outras são painéis de azulejos. Passámos também pela Capela de São Sebastião e pela Igreja Paroquial do Lumiar.

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Das fachadas dos palacetes, destacamos a Quinta de São Sebastião na primeira foto do post, em baixo mostramos o pormenor da entrada da capela e a Quinta dos Azulejos (as duas fotos logo após a capela), são imponentes e muito belas, no entanto há outras que apresentam pequenos detalhes em azulejo que vale a pena admirar.

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Vale mesmo a pena caminhar por estas ruas para admirar este bonito património e se no final ficarem com fome, basta atravessar a Av. Padre Cruz e podem deliciar-se com os petiscos da taberna A Preciosa, a qual já vos falámos aqui.

Bons passeios!

 

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Pelos caminhos de Alcochete

por Os bloggers, em 03.05.17

Num dos nossos últimos passeios de fim de semana fomos até à zona de Alcochete.

O dia estava quente, um verdadeiro dia de Verão (na Primavera)!

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Começámos por ir até à zona das Salinas do Samouco. Situadas na margem do rio Tejo, as Salinas constituem ainda um exemplo vivo daquela que foi, durante muito tempo, a principal atividade económica de Alcochete – a salicultura. Apenas visitámos superficialmente o local, mas ficámos com vontade de voltar para fazer uma visita guiada. Para além da beleza das antigas salinas, é possível apreciar a fauna e flora locais. Se tiverem sorte podem apreciar flamingos e pernilongos no seu habitat natural.

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Como adoramos a beleza inerente a imponentes edifícios abandonados, não nos passaram despercebidos os antigos espaços da seca de bacalhau que segundo as notícias irão dar lugar a um complexo turístico de luxo.

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As margens do Tejo com praia fluvial também nos cativaram pela sua calma e beleza genuína.

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Seguimos então até à zona ribeirinha de Alcochete e do pontão, que mereceu uma caminhada para explorar a zona. O local é muito bonito e está bastante harmonioso, apelando por um longo passeio à beira rio. Os barcos estacionados compõem o cenário. Não ficámos para jantar, porque já tinhamos outros planos, mas ficámos curiosos por explorar os restaurantes que se espalham pelas ruas pitorescas.

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Vamos seguramente voltar! Se tiverem algum restaurante para nos recomendar, deixem nos comentários.

Bons passeios!

 

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