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Um hotel no meio do Índico...

por Os bloggers, em 22.11.17

Depois de vos termos apresentado as Maurícias e ter relatado a nossa experiência na Ilha dos Dodos, chegou a hora de vos falarmos do Sugar Beach Golf & Spa Resort, que foi o local que escolhemos para as nossas férias.

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O Sugar Beach situa-se na costa Oeste e sensivelmente a meio da ilha, o que permite uma deslocação relativamente fácil para qualquer ponto. Para além disso é aqui que se pode encontrar o melhor clima da Ilha e o melhor pôr do sol.

Chegámos ao início da tarde ao Sugar Beach, em Flic-en-Flac, que fica a cerca de 1 hora de carro do aeroporto. Fomos recebidos com simpatia (e com um Virgin Mojito - explicaremos adiante) e desde logo nos cativou o ambiente do Resort!

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Virado para o mar (como se quer), é composto por dois edifícios de maiores dimensões e duas zonas com casinhas mais pequenas, onde ficámos. O Sugar Beach apresenta ainda 2 piscinas, 3 restaurantes, um spa, um ginásio, sala de conferências e está literalmente em cima da praia. Sendo na costa Oeste da ilha, é possível apreciar quase diariamente um maravilhoso pôr-do-sol sobre o mar. O mar é paradisíaco, de água transparente e quente, rodeado por uma barreira de corais. IMPERDÍVEL!

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Os quartos são amplos e confortáveis e todos eles a dois passos de uma das piscinas e do mar.

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No complexo, para além de muitos banhos de Sol, piscina e mar, é possível fazer várias actividades incluídas no regime "all inclusive", entre elas: caiaque, barco gaivota no mar, passeio em barco de fundo de vidro, paddle, snorkeling... Fizemos várias vezes a maioria destas actividades. Era ainda possível participar em actividades de grupo com o animadores do hotel, como ginástica, polo ou volley.

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Saímos apenas duas vezes do Resort, uma delas para conhecer as principais atracções da ilha e a outra para visitar o Casela Park, falaremos deste parque num próximo post.

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O staff do hotel é simpático, atencioso, sempre com um sorriso e sempre focados em tornar a nossa experiência inesquecível.

O buffet de pequeno-almoço é servido no restaurante Mon Plaisir e é bastante variado e agradável.

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O buffet do jantar, servido no mesmo restaurante do pequeno almoço, sempre temático, centrando-se em iguarias de determinada parte do mundo, nem sempre atingiu as expectaticas. Contudo os dois restaurantes do hotel, o Tides (restaurante de peixe e marisco) e o Citronella’s Café (cozinha italiana), servidos à carta e mediante reserva prévia, são ambos divinais. O hotel diariamente convida casais em lua de mel, para um jantar surpresa num destes espaços, com uma ementa surpreendente. Muito bom! Adorámos a surpresa!

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O almoço é à base de snacks / refeições rápidas, também nestes dois restaurantes.

À hora do lanche dávamos um pulinho ao bar para comer um gelado ou um delicioso crepe.

Além destes 3 restaurantes e dos bares de apoio, mediante reserva também podíamos usufruir dos restaurantes do resort vizinho, o La Pirogue.

A nossa bebida de eleição durante estes dias foi o Virgin Mojito. Depois de termos sido recebidos à chegada com esta deliciosa bebida, nunca mais a largámos. E o que é um Virgin Mojito? Nada mais nada menos do que um Mojito sem álcool! Mas temos a dizer que a Virgin Colada também não se ficava nada atrás... E a Virgin Colada é... Uma Pinacolada sem álcool! Eh eh!

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O Wi-fi é grátis, está disponível por todo o hotel e mesmo junto ao mar com excelente sinal.

O ambiente no hotel é muito descontraído e agradável. Há literalmente pessoas de todos os cantos do mundo. Turistas ocidentais, orientais e do médio oriente. Lado a lado mergulhavam mulheres de biquini e de burkini, em plena harmonia e tranquilidade. É interessante a mistura de culturas!

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O Sugar Beach é também um espaço cheio de romantismo... Vimos 2 casamentos nos jardins do Resort e ao Pôr do Sol eram sempre colocadas mesas em pontos estratégicos para jantares especiais. Love is on the air!

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Ai que saudades daquelas espreguiçadeiras.... Voltávamos já para lá!

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Bons passeios!!

 

 

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Visita ao Terraço da Basílica da Estrela

por Os bloggers, em 21.11.17

A Basílica da Estrela é um dos símbolos de Lisboa que se destaca na paisagem com a sua vistosa cúpula no alto da colina da Estrela.

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Depois de mais uma visita ao Miradouro do Panorâmico de Monsanto para admirar a paisagem, a Basílica da Estrela salta-nos à vista e como já tínhamos "espreitado" o seu interior algumas vezes mas nunca tínhamos feito uma visita a sério, rumámos até à Estrela.

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O Sol já se estava a esconder e começámos pela visita ao Terraço da Basílica. Este é daqueles sítios que provavelmente passa ao lado de muitos turistas ou até mesmo dos Lisboetas, mas vale a pena visitar pelo menos uma vez!

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A entrada faz-se pelo lado direito por uma porta discreta, sobem-se 114 degraus e chegamos ao Terraço. A vista não é desafogada como outros miradouros da cidade, no entanto, podemos desfrutar de uma vista para o Jardim da Estrela logo em frente, para a Ponte 25 de Abril e para o Cristo Rei ao longe, o Rio Tejo, o Castelo de São Jorge, entre outros pontos de interesse.

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É também possível espreitar os claustros do Mosteiro mesmo ao lado. Além da vista do Terraço, podemos entrar na cúpula e andar à sua volta, desfrutando de uma vista aérea do interior da Basílica. Como estávamos sozinhos, acabámos por ficar pelo Terraço calmamente a admirar o pôr do sol.

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Depois descemos ao interior da Basílica onde admirámos com mais pormenor o seu interior de mármore e os seus altares. Merece destaque o túmulo de D. Maria I pela sua imponência. D. Maria I é a única monarca da dinastia de Bragança que não se encontra no Panteão.

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Alguns factos históricos sobre a Basílica da Estrela:

D. Maria Francisca, que se veio a tornar D. Maria I, no dia do seu casamento prometeu que se tivesse um filho varão para herdar o trono, construíria uma igreja. Como o nascimento do filho varão se concretizou, D. Maria I, no final do Séc. XVIII, mandou iniciar as obras para a construção do que é hoje a Basílica da Estrela. Apesar do projecto inicial ser mais modesto, este acabou por sofrer algumas alterações com a morte do arquitecto Mateus Vicente, que foi substituído por Reinaldo Manuel dos Santos, alterando a planta para uma arquitectura muito semelhante ao Palácio de Mafraque na altura contrastou com a arquitectura que já se desenrolava na Baixa Pombalina.

Um facto que merece realce é que esta foi a primeira igreja no mundo dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. 

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Mesmo em frente à Basílica da Estrela existe o Jardim da Estrela, um enorme e bonito jardim onde se costumam realizar concertos e feiras de antiguidades. Logo ao lado podem apanhar o famoso Eléctrico 28 para uma voltinha turística.

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O acesso à Basílica é gratuito no entanto para o Terraço o bilhete custa 4€. O Terraço pode ser visitado de Terça a Domingo entre as 10h e as 18:30h.

Bons passeios!

 

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Visita à Casa de José Saramago

por Os bloggers, em 16.11.17

Hoje, 16 de Novembro, a data de aniversário do "nosso" Nobel da Literatura José Saramago, recordamos o dia em que visitámos "A Casa", forma como é conhecida a casa que foi o refúgio de Saramago desde 1993 até à sua morte, em Tías na ilha de Lanzarote.

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Terá sido em Maio de 1991 que Saramago e Pilar se deslocaram a Tenerife para uma conferência, aproveitando a viagem, foram até Lanzarote para visitar os cunhados de Pilar e terá sido nessa ocasião que Saramago se deslumbrou com a paisagem da ilha. Nesse momento, Saramago e Pilar decidiram fixar a residência naquele local construindo a Casa e mais tarde a biblioteca.

"A Casa" de Saramago abriu ao público 9 meses após a sua morte, obedecendo à lógica poética do romance da sua autoria "O Ano da Morte de Ricardo Reis", onde a personagem Ricardo Reis tem uma conversa com Fernando Pessoa, que está morto, e lhe explica que são precisos nove meses para que os vivos se esqueçam dos mortos.

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A visita é feita com o auxílio do áudio-guia que, pelos textos criados por Pilar, nos relata pormenores da vida profissional e pessoal de Saramago, à medida que vamos avançando pelas divisões da casa.

 

A Sala

Antes de entrarmos na sala, passamos pelo hall de entrada onde, entre muitos objectos e pinturas, é possível ver um relógio que está parado nas 16h, hora em que Saramago conheceu Pilar.

A sala era lugar de descanso, com uma janela com vista para o mar que rodeia a ilha, que para Saramago e recordando palavras de César Manrique, era "a melhor obra". As paredes são revestidas com quadros relacionados com as suas obras.

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O Escritório

Foi sobre a mesa de pinho que ainda hoje lá está que escreveu as obras "Ensaio sobre a cegueira" e "Os Cadernos de Lanzarote". Em frente à secretária num móvel de madeira mexicana, estão retratos dos seus avós, pais, da sua filha, dos netos e da esposa. Na parede está uma cópia do Prémio Nobel.

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O Quarto

Foi aqui que no dia 18 de Junho de 2010, após tomar o pequenos almoço e ter voltado para a cama para descansar mais um pouco, acabou por descansar para sempre, com a mesma simplicidade que pautou a sua vida.

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A Cozinha

Para Saramago, a cozinha era um local de convívio, por vezes trabalho, tertúlias prolongadas, um local onde gostava de receber os seus amigos. Nesta cozinha passaram algumas figuras muito conhecidas como Mário Soares, José Luis Rodríguez Zapatero, Bernardo Bertolucci, Susan Sontag, Juan Goytisolo, Carlos Fuentes, Álvaro Siza Vieira, Ángeles Mastretta, Pedro Almodóvar, entre outros.

Podemos admirar peças que Saramago foi adquirindo nas suas viagens pelo mundo e como Saramago faria, somos convidados a beber um saboroso café português, que bem que nos soube!

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O Jardim

O jardim pode-se dizer que deu alguma luta, o solo necessitou de algum trabalho e foi preciso transportar terra para aquela zona para que Saramago pudesse dar início ao seu Jardim. Começou pelas palmeiras porque são nativas, pinheiros canários, uma romãzeira de Granada e dois marmeleiros. Depois continuou com um Olmo, uma sobreira cuja semente Saramago levou de Portugal, duas oliveiras portuguesas e duas oliveiras andaluzas. Era aqui que se costumava sentar e "gostava de sentir o vento, saber-se vivo, olhar o mar, pensar que o mundo pode ter remédio, que a humanidade que trazemos em nós deve prevalecer sobre a maldade".

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A Sala de Reuniões

Foi pensada inicialmente para as reuniões da direcção da Fundação José Saramago, no entanto, a Fundação tem a sua sede em Portugal. Acabou por servir mais de sala de refeições quando os encontros se prolongavam ou de sala de conferências.

Nas paredes da sala é possível admirar algumas obras de arte como uma gravura do Prémio Nobel de Literatura Gao Xingjian, um desenho de Alberti ou uma paisagem da Islândia de Ildefonso Aguilar, país pelo qual Saramago sentia grande afecto.

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A Biblioteca

"Uma casa feita de livros" era a descrição que Saramago fazia da sua casa. Segundo as suas palavras "esta biblioteca não nasceu para guardar livros, mas sim para acolher pessoas" e os livros, há que abri-los com cuidado, porque têm dentro o autor, com toda a sua sensibilidade, com tudo o que o fez ser único e irrepetível.

Aqui, por trás da sua cadeira, está um quadro do pintor checo Jiri Dokoupil, que retrata o casal em desenhos feitos com fumo de vela e tinta amarela. A biblioteca conta um acervo de cerca de 16 mil livros, entre outros objectos e muitas fotografias. 

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A Oliveira

Esta oliveira fez a viagem de avião num pote entre as pernas de Saramago. Não se sabia se ia resistir ao solo árido da ilha mas esta oliveira alentejana provou que se aguentaria e apresenta-se frondosa e verde. Hoje, recebe os visitantes desta fantástica casa museu!

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A Casa está aberta de segunda-feira a sábado das 10h às 14h e os bilhetes custam 8€.

Fizemos a visita no último dia de férias mesmo antes de ir para o aeroporto e adorámos, os textos do áudio-guia transportam-nos para o dia-a-dia de Saramago, como se estivessemos a passar uma manhã na casa de um amigo.

Se puderem, não percam a oportunidade de visitar.

Bons passeios!

 

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Novo gadget cá em casa

por Os bloggers, em 10.11.17

Adoramos gadgets e quando temos algum novo cá por casa, parecemos umas crianças com um brinquedo novo!

Como este é um gadget que também vai servir para alimentar o blog, achámos que o devíamos "apresentar" aos nossos leitores.

Trata-se de uma nova máquina fotográfica para fazer companhia à "velhinha" Sony Nex 5R. Apesar de já termos bastante material Sony, decidimos adoptar uma nova marca e a escolha foi o kit Olympus Om-d e-M10 Mark II com a lente M.Zuiko Digital Silver14-42mm f/3.5-5.6 ED EZ. 

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Apesar de estar na moda, não fizemos nenhum vídeo de unboxing, a ansiedade para a ter nas mãos era demasiado grande e isso iria atrasar o momento, limitámos-nos a tirar algumas fotos.

A caixa preta onde vem a máquina e todo o material que a acompanha, tem um aspecto premium e o cartão de que é feita tem um toque suave! Lá dentro, a lente e máquina estavam bem acomodadas nos respectivos compartimentos e dentro de uns sacos pretos. O restante material, carregador e cabo de alimentação, bateria, cabo usb e livros de instruções, vinham dentro de pequenas caixas que em conjuntos formavam os espaços para a lente e a máquina. 

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Uma das vantagens desta máquina em relação à Sony Nex é que possui estabilizador no próprio corpo, o que permite utilizar lentes de sistemas mais antigos e obter resultados mais satisfatórios. No entanto, é um pouco mais pesada, o que para caminhadas longas como costumamos fazer, já pode fazer alguma diferença.

Do pouco que já "brincámos", as impressões são boas, os botões de acesso rápido estão bem localizados e tem uma boa ergonomia que se ajusta bem à mão, no entanto, os menus são mais confusos do que a Sony e as rodas selectoras também não são muito práticas, demora algum tempo até que nos habituemos.

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Entretanto durante a semana chegaram mais alguns mimos para ela e já está pronta para ir para o "campo" devidamente protegida para um teste a sério. Esperamos trazer-vos em breve algumas fotos feitas com ela.

Bons passeios e bom fim de semana!

 

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Maurícias, é um prazer!

por Os bloggers, em 09.11.17

No último post apresentámos as Maurícias, hoje vamos relatar as nossas férias nesta bonita ilha.

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Porquê as Maurícias? Foi o local que escolhemos para a nossa lua-de-mel… Queríamos ir para um sítio paradisíaco, mas que nos permitisse fazer outras actividades para além de praia. As Maurícias conseguem reunir na perfeição os dois mundos. E lá fomos nós!

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Partimos de Lisboa na Turkish e depois de 14 horas no ar, com uma escala em Istambul pelo meio, chegámos às Maurícias. Há também a possibilidade de viajar pela Emirates (escala no Dubai), na Air France (escala em Paris) ou através de voos charters a partir de Madrid. Portanto, podem escolher o que mais vos agradar; nós optámos por escolher a viagem com escalas mais curtas.

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O aeroporto, a Este da Ilha, fica a cerca de 1 hora de carro de Flic-en-Flac (a zona que escolhemos para a estadia). Pelo caminho, no transfer, fomos apreciando o verde da ilha e os vastos campos de canas-de-açúcar. As estradas são razoáveis e da influência Inglesa ficou a condução à esquerda.

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Chegámos ao início da tarde ao Sugar Beach, em Flic-en-Flac. Fomos recebidos com simpatia e desde logo nos cativou o ambiente do Resort, virado para o mar, apresentando dois edifícios de maiores dimensões e duas zonas com casinhas mais pequenas, para onde fomos levados. O Sugar Beach apresenta 2 piscinas, 3 restaurantes, um spa, um ginásio, sala de conferências e está literalmente em cima da praia. Sendo a Oeste da ilha, é possível apreciar quase diariamente um maravilhoso pôr-do-sol sobre o mar. Um mar paradisíaco, de água transparente e quente, rodeado por uma barreira de corais. IMPERDÍVEL!

O Sugar Beach situa-se na costa Oeste e sensivelmente a meio da ilha, o que permite uma deslocação relativamente fácil para qualquer ponto. Dedicaremos brevemente um post em exclusivo ao hotel.

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Durante a nossa estadia fizemos 2 visitas pela ilha – fomos ao Casela Park e fizemos uma excursão pelo Sul das Maurcícias, onde se encontram a maioria das atracções.

O Casela Park – World of Adventures é um parque natural (muito perto de Flic-en-Flac), onde se podem desenvolver várias actividades, nomeadamente contactar com animais selvagens e fazer um safari. Gostámos muito! Em breve contaremos tudo sobre este bonito e agradável local.

 

Na nossa tour pelo Sul da ilha, que comprámos através do operador de viagens, visitámos:

- Cascata de Chamarel: cascata com cerca de 100 metros (maior do que a Estátua da Liberdade), relacionada com a origem vulcânica da ilha e rodeada por uma luxuriosa vegetação, produzindo um cenário muito bonito.

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- Terra das 7 Cores: é um local único onde a natureza conferiu 7 cores à terra ondulada do local, produzindo uma paleta de cores invulgar e de rara beleza. Aqui é também possível conhecer algumas gigantes e centenárias tartarugas.

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- Rhumerie de Chamarel: neste local produz-se rum de forma artesanal; aqui visitámos a fábrica de rum, ficámos a conhecer a história e características desta bebida e fizemos uma degustação de vários tipos de rum (díficil!). Foi também neste local que almoçámos. O almoço foi de comida tradicional, que tem sem dúvida uma forte influência indiana.

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- Grand Bassin: trata-se de um lago considerado sagrado pelos Hindus e em que em seu redor se ergueu um Templo Hindu, onde se presta homenagem a Lord Shiva. É aqui que anualmente acontece o maior festival Hindu fora do território indiano. À entrada no local somos recebidos por uma enorme estátua de Shiva e de Parvati – mulher de Shiva e Deusa da Fertilidade (a estátua de Parvati foi concluída no dia anterior à nossa visita!). Neste local, para além de apreciarmos o lago, o Templo e os seus Deuses, pudemos também contactar com macacos selvagens que por ali andavam.

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- Trou aux Cerfs: cratera do vulcão que deu origem à ilha. É um local bonito, geologicamente importante, mas nada de transcendente, comparando com a beleza de outros locais da ilha.

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Para além destes locais passámos noutros pontos estratégicos, como Le Morne, com bonitos miradouros sobre o mar ou para o interior da ilha.

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A ilha não tem só belas paisagens, as Maurícias têm também uma cultura própria. Num dos espectáculos produzidos no Sugar Beach pudemos contactar com os ritmos do Séga. O Séga é uma dança tradicional na ilha, originalmente interpretada por escravos, mas dotada de alegria, que chegou aos dias de hoje como um dos símbolos culturais das Maurícias. Para a produção da música são utilizados instrumentos tradicionais, que soferam adaptações ao longo dos tempos; as vestes são também típicas e coloridas.

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Nos próximos post's iremos mostrar mais algumas paisagens e contar mais algumas experiências que tivemos na ilha, fiquem atentos!

Bons passeios!

 

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Maurícias, um paraíso no Índico

por Os bloggers, em 08.11.17

Maurícias, Maurícia, Maurício ou República Maurícia… é um país insular no Oceano Índico, no hemisfério Sul, perto de Madagáscar e das Seicheles, sem se afastar muito do continente Africano (ao qual pertence).

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Descoberta por Portuguesas em 1505 (no glorioso tempo das caravelas), a ilha foi colonizada no final do século XVI por holandeses, numa altura em que os únicos habitantes da ilha eram os Dodos (hoje símbolo da ilha, apesar de extintos). Depois de vários anos sobre domínio Francês e posteriormente Inglês, é um país independente desde 1968. A língua oficial é o Inglês, embora na realidade a população fale essencialmente Francês e o Crioulo que é muito parecido com o Francês.

O clima é tropical e a temperatura pouco oscila com as mudanças de estação; genericamente o Inverno é mais seco e o Verão mais chuvoso (embora ligeiramente mais quente). O primeiro trimestre de cada ano é o período mais chuvoso, apesar de ser Verão.

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Esta jóia do Índico é verdejante e conserva a sua essência e genuinidade. A origem vulcânica e as praias paradisíacas (protegidas por uma quase intacta barreira de corais) marcam a paisagem. Pelas estradas vêem-se vastos campos de cana-de-açúcar – um dos principais meios de sustentação da ilha, a par do turismo cada vez mais crescente. As tartarugas, os macacos selvagens e os gigantes morcegos da fruta fazem as delícias dos turistas; bem como a flora muito característica e alguns parques naturais.

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O povo é simpático e transmite felicidade. Segundo apurámos, o ensino (até ao secundário) e a saúde são gratuitos, o que permite que a população se instrua e viva com condições razoáveis. As universidades são todas privadas, por isso muitos terminam os seus estudos a nível do secundário. Apesar do ordenado mínimo ser baixo, não há praticamente desemprego e as famílias vivem em comunidade – avós, pais, filhos, netos… pertencem ao mesmo agregado familiar gerindo recursos em conjunto. As casas são baixas e muitas com aspecto inacabado… o tempo sempre ameno não obriga a grande protecção do frio e do calor extremos (que não existem). Contudo nas cidades também é possível encontrar prédios com influência Europeia.

O país é ligeiramente mais pequeno do que o Luxemburgo e tem cerca de 1,2 milhão de habitantes; a capital é Port Louis, a Norte da ilha.

Há imensas religiões na ilha; a religião maioritária é a Hindu, seguida pela Católica. A influência Hindu está bem patente nalguns belos templos existentes nas Maurícias.

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A moeda utilizada é a Rúpia das Maurícias, mas nalguns sítios poderão ser aceites euros.

Foi em Setembro deste ano que fomos conhecer a República Maurícia. Após uma pesquisa pela Web concluímos que por ser Inverno o local mais recomendado para as férias seria o Oeste da ilha, mais quente e seco, e foi assim que seleccionámos a zona de Flic-en-Flac e o Resort Sugar Beach para as nossas férias.

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A ilha está apresentada, não percam os próximos capítulos, onde vamos relatar a nossa experiência!

Bons passeios!

 

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A Volvo Ocean Race está de volta!

por Os bloggers, em 26.10.17
 

Já arrancou a edição 2017-18 da Volvo Ocean Race e está de volta a Lisboa! 

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Depois de terem feito o prólogo de Lisboa até Alicante, as 7 equipas que integram a Volvo Ocean Race, partiram no dia 22 de Outubro de Alicante para mais uma volta ao Mundo mas desta vez já em modo de corrida. A primeira paragem é a Doca de Pedrouços, em Algés, com chegada prevista no dia 28 de Outubro e onde ficarão até ao dia 5 de Novembro.

Esta 13ª edição será a mais longa de todas, terá paragens em 13 cidades de 5 continentes com um total de 80 mil quilómetros percorridos.

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Outra novidade desta edição da Volvo Ocean Race é que está mais Portuguesa. Das 7 embarcações em prova, a embarcação com o nome "Turn the tide on plastic" tem bandeira Portuguesa e duas das embarcações têm 3 portugueses a bordo. As equipas são: AkzoNobel (Países Baixos), Donfeng (China), Mapfre (Espanha), Vestas (Estados Unidos/Dinamarca), Sun Hung Kai (Hong Kong), Clean Seas (Nações Unidas) e Brunel (Países Baixos).

 

A Race Village abre as portas dia 31 de Outubro até 5 de Novembro, na Doca de Pedrouços em Algés, a entrada é gratuita e podem ficar a conhecer melhor as equipas, conhecer o dia-a-dia dos velejadores em alto mar, conhecer o modo de funcionamento destes barcos super tecnológicos e assistir a concertos e espectáculos. No dia 3 haverá uma corrida no Rio Tejo que se pode acompanhar nas margens ou nas diversas embarcações que irão balizar o percurso.

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No site oficial, podem acompanhar a corrida e a posição das equipas em tempo real, deixamos os links em baixo.

As fotos são da edição 2014-15 que também passou por Lisboa e onde, além das exposições, pudemos assistir a um espectáculo de freestyle.

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Bons passeios!

 

Site Global

Site Volvo Ocean Race Lisbon

 

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Parque Linear Ribeirinho do Estuário do Tejo

por Os bloggers, em 23.10.17

Num dos últimos fins de semana, apetecia-nos passear junto ao Tejo mas ao mesmo tempo queríamos "descobrir" algo novo.

Numa pesquisa rápida no Instagram na tentativa de encontrar algo, repáramos numas fotos de uns passadiços ao longo do Tejo que ficavam na zona da Póvoa de Santa Iria. Após mais algumas pesquisas, descobrimos que se tratava do Parque Linear Ribeirinho do Estuário do Tejo.

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Este parque nasceu da requalificação da Frente Ribeirinha da Zona sul do Concelho de Vila Franca de Xira, conta com uma área de 15 hectares e cerca de 6 km de trilhos pedonais e ciclovias. Existe também um Centro de Interpretação Ambiental e da Paisagem que se situa na Praia dos Pescadores com a finalidade de acolher, informar e esclarecer os visitantes sobre a avifauna e flora do Parque. Na Praia dos Pescadores existe também uma cafetaria, um campo de vólei, local para a prática de pesca desportiva e um parque de merendas.

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Este projecto tem recebido vários prémios internacionais, em 2014 ganhou uma Menção Honrosa na categoria Cidades Sustentáveis no Green Projects Award, em 2015 conquistou o 1.º prémio na categoria "Landscape and Public Spaces" nos Archmarathon Awards e em 2016 conquistou o 1º prémio na categoria "Landscape" nos Wan Awards.

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Pela afluência de pessoas que testemunhámos na nossa visita, este local não conquistou apenas os júris destes concursos, mas também a população dos arredores.

 

Os trilhos pedonais e cicláveis são 5. O Trilho do Forte da Casa com 1300 metros, o Trilho da Póvoa com 630 metros, o Trilho do Tejo com 730 metros, o Trilho da Verdelha com 1915 metros e o Trilho da Estação com 1500 metros.

Nesta primeira visita só fizemos o Trilho do Tejo, ida e volta com partida e chegada na Praia dos Pescadores. Neste trilho, na extermidade oposta à Praia dos Pescadores, situa-se um Observatório de aves.

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De seguida, fomos visitar o Cais da Póvoa de Santa Iria, sendo possível fazer o percurso a pé deste ponto até ao cais.

O Cais da Póvoa de Santa Iria é um cais palafítico com origem no Séc. XIX que é utilizado pelos pescadores avieiros. Também toda esta zona sofreu obras de remodelação e é composta pelo Núcleo Museológico “A Póvoa e o Rio”, cafetaria, arrecadações e o cais de apoio à pesca.

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Durante o nosso passeio vimos a passar no Tejo o Barco Varino "Liberdade" da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira que efectua passeios pelo rio Tejo. Podem consultar o calendário de passeios aqui.

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Este Parque foi uma agradável surpresa, mesmo às portas de Lisboa e com uma calma que só visitando se percebe. Nós vamos voltar para fazer os restantes percursos pedestres, ou simplesmente para relaxar no silêncio das margens do Tejo.

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Bons passeios!

 

GPS: 38º 51' 44.21" N, 9º 3' 9.90" W

 

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Fomos às Francesinhas (no Porto)!

por Os bloggers, em 20.10.17

Uma escapadinha no Porto obriga naturalmente a petiscar uma bela francesinha.

Desta vez fomos experimentar as afamadas francesinhas do Café Santiago F, em frente ao Coliseu do Porto e literalmente a dois passos do nosso hotel. É provavelmente das casas mais conhecidas do Porto, havendo mesmo publicações internacionais de referência que aconselham a visita, nomeadamente o BBC Travel Show e o site theculturetrip.com no artigo "Europe’s Top 10 Local Flavours and Where to Find Them".

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Escolhemos a Francesinha Santiago - francesinha da casa que além dos ingredientes da francesinha tradicional, traz salsicha fresca e um ovo estrelado.

A francesinha estava óptima, não vamos dizer que foi a melhor que já comemos porque já comemos outras igualmente boas. Mas o que distingue esta das outras é o pão, levemente torrado que lhe confere uma textura estaladiça e o molho que estava divinal! Outro ponto a favor, a batata frita não é batata pré-frita. Soube mesmo muito bem depois de um dia a caminhar pela cidade! 

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Ainda houve espaço para partilhar uma Baba de Camelo. Estava igualmente excelente!

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Em suma, concordamos com as opiniões cibernaúticas e de vários amigos, de que as francesinhas do Café Santiago F são efectivamente de grande qualidade. Recomendamos!

Bons apetite!

 

Escapadinha pelo Porto - Parte 1

Escapadinha pelo Porto - Parte 2

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Cama Emprestada | Moov Hotel Porto Centro

por Os bloggers, em 19.10.17

Na nossa escapadinha pelo Porto ficámos no Moov Hotel Porto Centro.

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O hotel fica muito bem localizado, no centro do Porto, entre o Teatro Nacional de São João e a Igreja de Santo Ildefonso, muito perto do Coliseu e da maioria dos pontos de interesse da Baixa do Porto.

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Nasceu num emblemático edifício, onde em 1839 se ergueu a Hospedaria e Café Águia D´Ouro e em 1908 o Cinema Águia D´Ouro - um dos melhores cinemas da época.

Do antigo espaço ficou a bonita fachada em Art Decó, que remonta aos anos 30, e o espírito do cinema na sua decoração interior, de resto o espaço está completamente renovado e moderno.

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Os quartos são em linhas simples, acolhedores e climatizados, decorados em tons suaves, com uma secretária, televisão e casa de banho privativa. O espaço não é muito, mas chega perfeitamente.

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Existe um terraço no pátio interior com mesas e cadeiras, para quem pretender relaxar perto (mas aparentemente longe) da agitação da cidade.

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O hotel tem parque de estacionamento privativo (por um custo adicional), o que nos deu imenso jeito.

Trata-se de um hotel com uma excelente relação qualidade / preço, analisando a oferta da zona. Cada noite no hotel ficou por 62 euros e o parqueamento 8 euros.

Há a possibilidade de tomar pequeno-almoço no local, mas não escolhemos essa opção.

Apesar das poucas estrelas ficámos muito surpreendidos pela positiva, a nossa pesquisa pela web não nos enganou!

É sem dúvida um excelente hotel para quem pretende visitar a Baixa do Porto.

 

Boas escapadinhas!

 

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